Neste cenário hipotético e não confirmado por fontes oficiais, os Estados Unidos teriam iniciado uma nova rodada de ataques contra múltiplos alvos no Irã, conforme um relatório do Exército norte-americano. Horas depois, o alto comando militar conjunto do Irã teria anunciado o fechamento do Estreito de Ormuz, impedindo o trânsito de navios, incluindo petroleiros e embarcações comerciais, e alertando que qualquer navio que tentasse passar seria alvejado. Esses eventos simulados se desenrolariam em meio a tensões crescentes e promessas de retaliação.
Contexto dos Supostos Ataques e Resposta Iraniana
O Comando Central das Forças Armadas dos EUA supostamente declarou que os ataques, iniciados por volta das 0h45 em Teerã, seriam uma resposta à contínua agressão iraniana. Essas ações hipotéticas representam o mais recente desdobramento em uma escalada que ameaça reacender uma guerra em larga escala, brevemente interrompida por um frágil cessar-fogo no início de abril.
Relatos da agência de notícias iraniana Mehr mencionaram uma explosão na cidade portuária de Sirik e a ativação de defesas aéreas na zona oeste de Teerã, indicando uma possível resposta aos ataques. O Presidente Donald Trump teria afirmado anteriormente a jornalistas na Casa Branca: "Vamos atacá-los, atacá-los com muita força".
Declarações Oficiais e Ações de Escalada
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, supostamente comentou durante uma visita ao Comando Central na Flórida que os ataques visavam promover interesses militares e fortalecer a posição diplomática. Hegseth teria adicionado: "Se precisarmos negociar com bombas, negociaremos com bombas".
Mesmo após a implementação de um cessar-fogo provisório, os Estados Unidos e o Irã teriam trocado ataques diversas vezes. Trump teria reiteradamente declarado a proximidade de um acordo, apesar da ausência de avanços significativos, e ameaçou retomar os bombardeios.
Incidentes Anteriores e Alegações de Crimes de Guerra
Na terça-feira anterior aos supostos novos ataques, as Forças Armadas dos EUA teriam atacado sistemas de defesa aérea e radares perto do Estreito de Ormuz, após um helicóptero de ataque norte-americano ser abatido na segunda-feira. Em retaliação, o Irã teria lançado mísseis e drones contra bases dos EUA na Jordânia, Kuweit e Bahrein, embora uma autoridade norte-americana tenha afirmado não haver danos significativos.
O Irã também teria acusado os EUA de violar o direito internacional ao atacar reservatórios que abasteciam dez aldeias com água potável. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baghei, teria classificado a ação como "um crime de guerra premeditado e uma violação flagrante dos direitos humanos". O Pentágono não teria respondido imediatamente a um pedido de comentário.
Ameaças e Persistência de Esforços Diplomáticos
Apesar da linguagem beligerante de ambos os lados, com Trump supostamente ameaçando destruir a infraestrutura civil do Irã e o chefe da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Ebrahim Azizi, alertando que "a guerra não se limitará à região", sinais de esforços diplomáticos teriam persistido.
Uma delegação do Catar, atuando como mediadora, supostamente desembarcou em Teerã para discutir os últimos acontecimentos, conforme noticiado pela mídia iraniana, indicando uma tentativa de desescalada em meio à crescente tensão.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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