Em uma análise hipotética e baseada em projeções futuras para a Copa do Mundo de 2026, que se especula iniciar em uma próxima quinta-feira (11) no Canadá, México e Estados Unidos, a seleção da Espanha é apresentada como cabeça de chave do Grupo H e uma das favoritas ao título, buscando reverter o histórico de resultados abaixo do esperado nas últimas três edições. O elenco da Fúria incluiria nomes de destaque como o jovem atacante Lamine Yalmal (Barcelona), o meio-campista Rodri (Manchester City) e o zagueiro Cucurella (Chelsea). Completariam o Grupo H o Uruguai, a Arábia Saudita e a seleção de Cabo Verde, esta última vista como uma potencial estreante no torneio.
Espanha: A Fúria em Busca do Bicampeonato
A Espanha, hipoteticamente campeã da Eurocopa 2024 após vitória sobre a Inglaterra, almeja o bicampeonato mundial. Após 16 anos da conquista na África do Sul, a equipe enfrentou quedas precoces, parando nas oitavas de final no Catar (2022) e na Rússia (2018), e sucumbindo na fase de grupos da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Além do plantel qualificado, o trabalho do técnico Luis De La Fuente é destacado, com a Fúria apresentando bons resultados nas eliminatórias europeias: cinco vitórias em seis jogos e nenhuma derrota sob seu comando, que já dura quase três anos e meio.
Uruguai: A Celeste em Busca da Reafirmação
Bicampeã mundial (1930 e 1950), a seleção do Uruguai é apontada como forte candidata a avançar ao mata-mata em segundo lugar no Grupo H. Sob comando do técnico argentino Marcelo Bielsa, a Celeste Olímpica buscaria superar a eliminação na fase de grupos da edição anterior (Catar 2022). Bielsa apostaria na criatividade de seus meio-campistas, com 12 dos 26 convocados atuando na posição, incluindo Federico Valverde (Real Madrid), Rodrigo Bentancur (Tottenham Hotspur), Manuel Ugarte (Manuel Ugarte) e Nicolás de la Cruz (Flamengo). No entanto, Giorgian De Arrascaeta (Flamengo) e Joaquín Piquerez (Palmeiras), embora convocados, estariam se recuperando de lesões graves e poderiam desfalcar a equipe nos primeiros jogos.
Arábia Saudita: Surpresa Histórica e Entrosamento Local
A Arábia Saudita, representante asiática, hipoteticamente completaria sete participações em Mundiais nesta edição. Seu melhor desempenho foi na Copa de 1994, nos Estados Unidos, onde chegou às oitavas de final. Na Copa do Catar, a equipe surpreendeu ao vencer a Argentina de virada (2 a 1). Naquela ocasião, o técnico era o francês Hervé Renard, que deixou o cargo em abril do ano em questão, sendo substituído pelo grego Georgios Donis. O entrosamento pode ser um diferencial para os Falcões Verdes, já que a maioria dos convocados defende grandes clubes sauditas como Al-Hilal e Al-Nassr, a exemplo do atacante e capitão Salem Al-Dawsari (Al-Hilal), de 34 anos.
Cabo Verde: A Potencial Estreia dos Tubarões Azuis
Vista como potencial estreante em Copas do Mundo, a seleção de Cabo Verde chegaria credenciada após superar fortes adversários nas eliminatórias africanas, incluindo a tradicional equipe de Camarões. O técnico Pedro Brito, conhecido como Bubista, responsável por garantir a hipotética vaga inédita na Copa para os Tubarões Azuis, teria sido eleito o melhor treinador da África na temporada anterior. Considerados “azarões”, os Tubarões Azuis contariam com jogadores que atuam no futebol português e em ligas de menor projeção na Europa. O principal destaque do time seria o atacante e capitão Ryan Mendes, que defende o Iğdır, da segunda divisão da Liga Turca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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