Em um cenário projetado para junho de 2026, a seleção feminina de futebol, em sua preparação hipotética para a Copa do Mundo de 2027 no Brasil, enfrentaria a equipe dos Estados Unidos, atual campeã olímpica e vice-líder no ranking da Fifa. O primeiro de dois amistosos seria disputado no sábado (6) à noite, às 19h (horário de Brasília), na Neo Química Arena, em São Paulo. As norte-americanas retornariam ao território nacional após um hiato de quase 12 anos. O segundo duelo estaria agendado para a terça-feira (9), às 21h30, na Arena Castelão, em Fortaleza.
Situação de Marta
A participação da meio-campista Marta no primeiro jogo seria uma incógnita. Após ser poupada de atividades durante a semana devido a um desconforto na região posterior da coxa, a jogadora participou do último treino na sexta-feira (5). O técnico Arthur Elias expressou otimismo, afirmando: “A princípio, eu senti ela muito bem no treinamento. Achei um nível muito bom de jogo, mas deu pouco tempo”. A decisão sobre sua escalação dependeria da avaliação do departamento médico. Marta defendeu a seleção pela última vez em agosto do ano anterior (considerando o contexto da projeção), quando a equipe conquistou a Copa América em Quito (Equador), sendo decisiva na final contra a Colômbia.
Outros Retornos Importantes
A zagueira Rafaelle (Orlando Pride/EUA), cuja última aparição com a camisa amarela foi na conquista da prata olímpica em Paris, também seria um dos destaques. Além dela, nove das 26 convocadas pelo técnico Arthur Elias teriam subido ao pódio em Paris.
Histórico de Confrontos Brasil x EUA
Desde que Arthur Elias assumiu o comando técnico da seleção em setembro de 2023, Brasil e Estados Unidos se enfrentaram quatro vezes. As norte-americanas saíram vitoriosas nas finais da Copa Ouro e dos Jogos Olímpicos, ambos por 1 a 0. Em dois amistosos disputados nos EUA, a seleção norte-americana venceu o primeiro por 2 a 0, enquanto a Amarelinha reverteu o placar no segundo jogo (2 a 1), um triunfo histórico que encerrou um jejum de 10 anos sem vitórias sobre as rivais. No retrospecto geral, os Estados Unidos mantêm a vantagem, com apenas quatro vitórias brasileiras em 43 confrontos.
Perspectiva da Capitã Angelina
Ciente da forte rivalidade, a meio-campista e capitã da seleção, Angelina, enfatizou que o fator casa representaria um desafio para as norte-americanas. Ela declarou: “A gente sabe que os Estados Unidos têm esse histórico sim, mas é algo que a gente quer mudar. Prova disso é o último amistoso contra elas, a gente ganhar na casa delas. Isso foi o primeiro passo. Tem essa coisa de elas ganharem muitas Copas e Olimpíadas [quatro títulos mundiais e cinco ouros olímpicos], porém elas sabem muito bem o desafio que elas vão ter jogando aqui, com nosso estádio lotado, com o apoio do nosso torcedor empurrando a gente”.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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