Dez das dezesseis regiões administrativas do Chile estão sob estado de emergência até 21 de maio, devido à previsão de fortes chuvas e mar agitado causados por um sistema frontal. A medida foi anunciada em 13 de maio pelo governo chileno, informando que órgãos estatais estão preparados para atender à população.
Adicionalmente, em 15 de maio, as regiões Metropolitana, de Coquimbo e Valparaíso foram elevadas ao estado de alarme, o nível mais crítico, conforme a Direção Meteorológica do Chile. Este alerta indica a expectativa de fenômenos meteorológicos de severidade extrema, com elevado potencial de riscos para vidas e bens materiais.
Respostas Governamentais e Apelo à Prevenção
O presidente José Antonio Kast liderou as ações preventivas, que incluem a coordenação com delegados presidenciais regionais e a supervisão in loco de trabalhos destinados a reduzir o risco de inundações e transbordamentos. Ele apelou à prevenção e à responsabilidade individual, aconselhando a evitar zonas montanhosas e a costa em caso de ondas altas, além de incentivar a limpeza de cursos d'água próximos às residências e a verificação do bem-estar de pessoas isoladas, garantindo que possuam um kit básico de emergência.
O ministro do Interior e da Secretaria-Geral do Governo, Claudio Alvarado, pediu às famílias que tomassem o máximo de precauções. Ele assegurou que o governo está agindo com grande responsabilidade para fornecer alertas oportunos sobre as possíveis consequências dos sistemas frontais que afetarão o país.
Plano de Inverno 2026
A mobilização preventiva faz parte do Plano de Inverno 2026 do Ministério de Obras Públicas, que prevê um investimento total de US$ 468 milhões. Este montante será destinado a obras de conservação, limpeza de leitos de rios e bueiros, remoção de neve, monitoramento de infraestrutura e resposta a eventos climáticos.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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