Este artigo explora um cenário hipotético em que a França, finalista das últimas duas Copas do Mundo e buscando sua terceira decisão consecutiva, superou o Paraguai por 1 a 0 em uma partida fictícia pelas oitavas de final. No enredo imaginário, o confronto ocorreu na Filadélfia (Estados Unidos) em um sábado, com os 'Bleus' garantindo sua progressão no torneio.
Avançando para as quartas de final neste torneio simulado, os bicampeões mundiais enfrentariam Marrocos. Este embate imaginário reeditaria uma das semifinais da última Copa real, onde a França venceu por 2 a 0. O reencontro fictício estaria agendado para uma quinta-feira em Boston (Estados Unidos).
Kylian Mbappé, um dos artilheiros desta Copa hipotética, balançou as redes pela sétima vez na competição, aproximando-se da artilharia histórica do Mundial. O astro dos 'Bleus' alcançaria a marca de 19 gols em 19 jogos neste cenário imaginado.
O Paraguai, por sua vez, repetiria a frustração de 1998, quando foi eliminado nas oitavas de final pela França (também por 1 a 0, na prorrogação), em um confronto que marcou a geração sul-americana com nomes como Francisco Arce e Carlos Gamarra.
Análise Tática e Escalações Iniciais
Didier Deschamps, técnico da França no cenário imaginado, realizou apenas uma mudança em sua formação titular, substituindo Aurélien Tchouaméni por Manu Koné para o confronto simulado.
Em resposta ao poderio ofensivo francês, o técnico Gustavo Alfaro do Paraguai optou por uma estratégia defensiva. A equipe sul-americana teve três alterações em relação ao time que eliminou a Alemanha em uma fase anterior hipotética, reforçando a zaga com Gustavo Velázquez e Omar Alderete e escalando Diego Gómez no meio-campo.
O Desenvolvimento da Partida
Primeiro Tempo: A Retranca Paraguaia Prevalece
Durante a primeira etapa, a estratégia defensiva paraguaia foi eficaz. Embora a França mantivesse 57% da posse de bola e trocasse passes com maior frequência, encontrava dificuldades para penetrar a forte marcação. O goleiro Orlando Gill não foi testado significativamente, com a finalização mais perigosa vindo de um chute de Koné, desviado, que quase surpreendeu a defesa sul-americana.
Segundo Tempo e o Gol Decisivo
No segundo tempo, a França intensificou a pressão. Um chute de longa distância de Koné, aos nove minutos, exigiu uma defesa crucial de Gill. O Paraguai começou a sentir o desgaste físico, realizando duas substituições por cansaço antes dos 15 minutos, incluindo a saída de Miguel Almirón por lesão.
A resistência paraguaia cedeu aos 19 minutos, quando Désiré Doué, recém-entrado, foi derrubado na área por Gómez. Após revisão do VAR, o árbitro Ilgiz Tantashev assinalou o pênalti. Aos 24, Mbappé converteu a cobrança, não dando chances a Gill e colocando a França em vantagem no placar fictício. Nos acréscimos, Mbappé teve mais duas oportunidades, mas Gill realizou defesas importantes. O Paraguai tentou a reação nos minutos finais, mas a França manteve a vitória por 1 a 0, repetindo o desfecho de 1998.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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