Arquivo de Flávio Bolsonaro | Linha Direta News https://linhadiretanews.com.br/tag/flavio-bolsonaro/ Portal de Noticias Wed, 23 Sep 2026 21:58:53 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://i0.wp.com/linhadiretanews.com.br/wp-content/uploads/2025/12/cropped-Design-sem-nome-37.png?fit=32%2C32&ssl=1 Arquivo de Flávio Bolsonaro | Linha Direta News https://linhadiretanews.com.br/tag/flavio-bolsonaro/ 32 32 251077985 Quaest: Lula tem 37% e Flávio Bolsonaro 33% no primeiro turno https://linhadiretanews.com.br/quaest-lula-flavio-bolsonaro-setembro-2026/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quaest-lula-flavio-bolsonaro-setembro-2026 https://linhadiretanews.com.br/quaest-lula-flavio-bolsonaro-setembro-2026/#respond Mon, 21 Sep 2026 23:48:20 +0000 https://linhadiretanews.com.br/?p=8574 Pesquisa divulgada nesta segunda-feira mostra disputa apertada pela Presidência. Em eventual segundo turno, Flávio registra […]

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Pesquisa divulgada nesta segunda-feira mostra disputa apertada pela Presidência. Em eventual segundo turno, Flávio registra 42% e Lula 41%, resultado dentro da margem de erro.

A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta segunda-feira (21), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial de 2026. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 33%.

Na sequência estão Augusto Cury (Avante), com 6%; Ronaldo Caiado (PSD), com 4%; Renan Santos (Missão), com 3%; e Romeu Zema (Novo), com 1%.

Brancos e nulos somam 7%, enquanto 8% dos entrevistados se declararam indecisos.

Segundo turno tem empate técnico

O cenário mais apertado aparece na simulação de um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Nesse confronto, Flávio registra 42% e Lula 41%. Outros 14% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não compareceriam, enquanto 3% estão indecisos.

A diferença de apenas um ponto percentual está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos para mais ou para menos. Portanto, o levantamento indica empate técnico entre os dois candidatos, e não uma liderança estatisticamente estabelecida de Flávio Bolsonaro.

Disputa vem se mantendo apertada

A comparação com rodadas anteriores da Quaest ajuda a mostrar como a disputa entre os dois principais candidatos vem se comportando.

Em levantamento divulgado em 2 de setembro, Lula registrava 42% e Flávio Bolsonaro 41% numa simulação de segundo turno. Já na pesquisa divulgada em 7 de setembro, os dois apareciam com 41%.

Na rodada desta segunda-feira, Flávio aparece numericamente com 42%, contra 41% de Lula. Como todas essas diferenças estão dentro das respectivas margens de erro, a sequência de levantamentos retrata uma disputa competitiva, sem que esses números permitam determinar o resultado da eleição.

Avaliação do governo também foi medida

A Quaest também perguntou aos entrevistados sobre o desempenho do governo Lula.

Segundo o levantamento, 50% desaprovam a administração federal e 44% aprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam.

Quando os entrevistados foram convidados a avaliar o governo, 42% classificaram a gestão como negativa, 33% como positiva e 23% como regular. Outros 2% não souberam ou não responderam.

Na rodada anterior, a desaprovação também estava em 50%, enquanto a aprovação era de 43%. A variação observada entre as duas pesquisas está dentro da margem de erro.

O que a pesquisa mostra — e o que ela não mostra

Pesquisas eleitorais são uma fotografia das preferências declaradas pelos entrevistados no período em que o levantamento foi realizado. Elas não constituem previsão do resultado da eleição.

No primeiro turno, Lula aparece numericamente quatro pontos à frente de Flávio Bolsonaro. No cenário de segundo turno entre os dois, a diferença cai para apenas um ponto, dentro da margem de erro.

Além disso, ainda há eleitores indecisos e aqueles que declaram intenção de votar em branco, anular ou não votar, grupos que podem influenciar o cenário eleitoral ao longo das próximas semanas.

Como foi feita a pesquisa

A Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 17 e 20 de setembro.

A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06004/2026.

Eleição entra em fase decisiva

Com a aproximação do primeiro turno, novas pesquisas e acontecimentos da campanha poderão alterar as intenções declaradas pelos eleitores.

A rodada divulgada nesta segunda-feira registra um cenário em que Lula e Flávio Bolsonaro concentram as maiores parcelas das intenções de voto entre os candidatos testados, enquanto a simulação de segundo turno entre ambos permanece dentro da margem de erro.

O Linha Direta News continuará acompanhando as pesquisas e os principais acontecimentos da eleição presidencial de 2026.


Fontes e créditos: Pesquisa Quaest/Grupo Globo, registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06004/2026. Informações da rodada divulgada em 21 de setembro de 2026, complementadas por dados publicados pela CNN Brasil.

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Flávio Bolsonaro é investigado no STF por financiamento de Dark Horse https://linhadiretanews.com.br/flavio-bolsonaro-dark-horse-investigacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=flavio-bolsonaro-dark-horse-investigacao https://linhadiretanews.com.br/flavio-bolsonaro-dark-horse-investigacao/#respond Fri, 11 Sep 2026 12:09:45 +0000 https://linhadiretanews.com.br/?p=8472 Inquérito aberto pelo ministro André Mendonça apura a participação do senador na captação de recursos […]

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Inquérito aberto pelo ministro André Mendonça apura a participação do senador na captação de recursos privados para o filme sobre Jair Bolsonaro; investigação corre sob sigilo e é diferente da operação realizada pela PF nesta quinta-feira.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) em um inquérito que apura possíveis irregularidades no financiamento de Dark Horse, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O inquérito foi aberto em julho pelo ministro André Mendonça e investiga suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção. Também aparecem na investigação Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Mário Frias. A existência da apuração ganhou nova repercussão nesta sexta-feira (11), após a retirada do sigilo de parte dos procedimentos relacionados ao caso Banco Master. O inquérito específico sobre Dark Horse, entretanto, permanece sob sigilo.

A investigação procura esclarecer o caminho percorrido por recursos privados destinados à produção do filme e a participação de pessoas ligadas ao projeto.

Flávio Bolsonaro nega irregularidades e afirma que buscou investimento privado para financiar a produção.

Qual é a participação de Flávio Bolsonaro?

O nome do senador entrou no caso após a revelação de que ele procurou Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, em busca de recursos para financiar Dark Horse.

Um contrato encontrado no celular de Vorcaro previa US$ 24 milhões para o projeto. Segundo as investigações, parte dos recursos passou por estruturas financeiras que incluíam empresas e um fundo localizado nos Estados Unidos.

A Polícia Federal considera relevante esclarecer a participação de Flávio nas tratativas com o ex-banqueiro.

Flávio já reconheceu publicamente que pediu recursos a Vorcaro, mas sustenta que se tratava de um investimento privado e legal destinado ao filme.

Ele nega que tenha negociado qualquer vantagem indevida com o empresário.

Contrato previa US$ 24 milhões para o projeto

Documentos encontrados durante a investigação mostram que o contrato relacionado ao financiamento previa US$ 24 milhões.

As apurações também identificaram transferências internacionais envolvendo a Entre Investimentos e Participações e o fundo Havengate, nos Estados Unidos.

É justamente o caminho percorrido por esses recursos e a finalidade dos pagamentos que os investigadores procuram esclarecer.

A existência de um contrato ou de transferências financeiras, por si só, não comprova a prática de crime. O objetivo do inquérito é determinar se as operações foram regulares e qual foi a participação de cada envolvido.

Delação adicionou novo elemento à investigação

Nesta semana, o ministro André Mendonça homologou o acordo de colaboração premiada de Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como Mineiro.

Ele é apontado como responsável por repasses de dinheiro ao fundo Havengate, nos Estados Unidos.

Segundo informações divulgadas após a homologação, Freixo detalhou pagamentos realizados ao fundo utilizado no financiamento relacionado ao projeto Dark Horse.

O conteúdo completo da colaboração e as diligências decorrentes dela não são públicos.

A homologação de uma delação também não significa que as declarações do colaborador tenham sido automaticamente comprovadas. As informações precisam ser confrontadas com documentos, movimentações financeiras e outras provas.

Entenda: existem duas investigações diferentes sobre Dark Horse

Este é um dos pontos mais importantes para compreender o caso.

Atualmente existem duas frentes distintas de investigação relacionadas ao financiamento de Dark Horse no Supremo.

A primeira, relatada pelo ministro André Mendonça, está ligada ao caso Banco Master e investiga recursos privados relacionados a Daniel Vorcaro. É neste inquérito que Flávio Bolsonaro é investigado.

A segunda está sob responsabilidade do ministro Flávio Dino e apura suspeitas envolvendo recursos públicos provenientes de emendas parlamentares.

Embora ambas tenham conexão com pessoas ou empresas relacionadas ao mesmo filme, são investigações diferentes, com origens e objetos distintos.

Flávio Bolsonaro não foi alvo da Operação Make Up

Essa diferença também evita uma interpretação equivocada sobre a operação realizada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (10).

A Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, cumpriu 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal.

Entre os alvos estavam o deputado Mário Frias e Karina Gama, produtora ligada a Dark Horse.

A investigação apura suspeitas de desvio de recursos provenientes de emendas parlamentares e possíveis crimes como peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.

Flávio Bolsonaro não foi alvo dessa operação.

Ele é investigado no outro inquérito, sob relatoria de André Mendonça, relacionado aos recursos privados provenientes de Daniel Vorcaro.

Por que o inquérito de Flávio continua sob sigilo?

A existência do inquérito ganhou visibilidade após André Mendonça retirar o sigilo de uma série de procedimentos ligados ao caso Banco Master.

Mas a abertura não foi total.

O processo específico relacionado ao financiamento de Dark Horse permaneceu sob sigilo, assim como outras investigações que ainda possuem diligências consideradas sensíveis.

Isso significa que apenas parte das informações sobre a apuração está disponível publicamente neste momento.

Por esse motivo, ainda não é possível conhecer todos os elementos que levaram à abertura do inquérito nem todas as diligências realizadas pela Polícia Federal.

O que diz Flávio Bolsonaro?

Flávio sustenta que não houve irregularidade na captação de recursos para o filme.

O senador afirma que procurou Daniel Vorcaro para obter investimento privado, e não recursos públicos, para a produção.

Após a Operação Make Up desta quinta-feira, Flávio voltou a negar irregularidades envolvendo o financiamento de Dark Horse e criticou a investigação conduzida sob autorização de Flávio Dino.

As alegações feitas contra o senador permanecem em investigação e não representam condenação.

O que acontece agora?

A investigação relatada por André Mendonça deverá continuar reunindo informações sobre as movimentações financeiras, contratos e pessoas envolvidas na captação e transferência dos recursos.

A colaboração premiada de Antônio Carlos Freixo Júnior também poderá gerar novas diligências caso as informações apresentadas sejam consideradas relevantes e possam ser corroboradas por outras provas.

Enquanto o inquérito permanecer sob sigilo, entretanto, parte importante das informações continuará fora do conhecimento público.

O caso também exige atenção porque Dark Horse aparece atualmente em duas investigações paralelas no STF. Uma envolve recursos privados ligados ao Banco Master; a outra investiga suspeitas relacionadas a recursos públicos provenientes de emendas parlamentares.

Separar essas duas frentes é essencial para entender corretamente quem está sendo investigado e por qual motivo.


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Fonte e créditos: matéria elaborada pelo Linha Direta News com informações do Supremo Tribunal Federal, Agência Brasil, CNN Brasil, UOL e demais veículos consultados.

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PF encontra documento em que produtora de Dark Horse relata pressão por delação https://linhadiretanews.com.br/documento-delacao-dark-horse/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=documento-delacao-dark-horse https://linhadiretanews.com.br/documento-delacao-dark-horse/#respond Fri, 11 Sep 2026 00:58:32 +0000 https://linhadiretanews.com.br/?p=8469 Declaração assinada por Karina Gama foi apreendida durante buscas da Operação Make Up; empresária relata […]

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Declaração assinada por Karina Gama foi apreendida durante buscas da Operação Make Up; empresária relata abordagens para que fizesse colaboração premiada, enquanto um dos citados nega qualquer contato com ela.

A Polícia Federal encontrou nesta quinta-feira (10), durante buscas da Operação Make Up, um documento no qual a empresária Karina Gama, ligada à produção do filme Dark Horse, relata ter sofrido pressões para realizar uma delação premiada.

O documento tem quatro páginas, é datado de 4 de setembro de 2026 e possui firma reconhecida em cartório. Ele foi localizado durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão em endereço relacionado à empresária, segundo informações publicadas pela imprensa nesta quinta-feira.

Karina é dona da Go Up Entertainment, produtora envolvida em Dark Horse, filme inspirado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O ponto central exige uma distinção importante: a apreensão do documento foi confirmada, mas as acusações registradas nele representam a versão de Karina Gama e não comprovam, por si só, que as pressões relatadas tenham ocorrido.

O que Karina Gama relata no documento?

Segundo o conteúdo revelado pela imprensa, Karina afirma ter sido procurada desde maio por três pessoas que teriam sugerido ou incentivado a realização de uma colaboração premiada.

Entre os nomes mencionados estão o empresário Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney, o jornalista Breno Pires, da revista Piauí, e um pastor evangélico não identificado publicamente nas primeiras reportagens sobre o documento.

Karina sustenta que as abordagens estariam relacionadas às investigações envolvendo Dark Horse.

Em sua declaração, a empresária afirma ainda não ter interesse em realizar uma delação porque diz não ter cometido irregularidades e não possuir fatos a revelar.

Documento menciona Flávio Bolsonaro

Reportagens que tiveram acesso ao documento afirmam que Karina relata pressões para que uma eventual colaboração envolvesse o senador Flávio Bolsonaro.

Segundo a versão da empresária, ela teria sido alertada sobre possíveis consequências judiciais caso não colaborasse com as investigações.

Novamente, trata-se do relato registrado por Karina no documento, e não de uma conclusão da Polícia Federal de que essas pressões efetivamente ocorreram.

Fernando Sarney nega acusação

Um dos citados no documento já contestou publicamente a versão da produtora.

Fernando Sarney afirmou que não conhece Karina Gama, nunca a viu e nunca manteve contato com ela.

Segundo o empresário, a afirmação de que teria proposto uma delação à produtora não procede.

O documento atribui a Karina a afirmação de que Sarney teria oferecido apoio jurídico e mencionado proximidade com o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino.

A própria produtora, porém, ressalva no relato que não presenciou conversa entre Fernando Sarney e Dino e não teria elementos para afirmar que o ministro soubesse da suposta abordagem.

Até as informações disponíveis nesta quinta-feira, Breno Pires não havia apresentado manifestação pública sobre o relato reproduzido pela imprensa.

Documento aparece no mesmo dia da Operação Make Up

A descoberta ocorreu durante a Operação Make Up, deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Controladoria-Geral da União nesta quinta-feira.

A operação cumpriu 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal.

Segundo comunicado oficial da PF, a investigação apura suspeita de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares repassadas a uma organização da sociedade civil por meio de termo de fomento.

A PF afirma que investiga a possível existência de uma organização formada por agentes públicos e privados que teria direcionado valores para empresas subcontratadas irregularmente e sem comprovação da efetiva prestação dos serviços.

As autoridades apuram possíveis crimes de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.

Entre os alvos da operação estão Karina Gama e o deputado federal Mário Frias (PL-SP), que também está ligado ao projeto de Dark Horse. Ambos negam irregularidades relacionadas aos recursos investigados.

Documento passa a integrar material apreendido

A apreensão não significa que a Polícia Federal tenha confirmado as alegações apresentadas por Karina.

O documento passa a fazer parte do conjunto de materiais obtidos durante as buscas e poderá ser analisado pelos investigadores juntamente com celulares, documentos e outras evidências recolhidas na operação.

A eventual relevância do relato para a investigação dependerá da possibilidade de verificar elementos que confirmem ou contradigam as afirmações registradas pela empresária.

Essa diferença é importante: uma declaração assinada pode documentar formalmente a versão de uma pessoa, mas não transforma automaticamente o conteúdo dessa declaração em fato comprovado.

O que acontece agora?

A Polícia Federal deverá continuar analisando o material recolhido durante os 49 mandados cumpridos nesta quinta-feira.

No caso específico da declaração de Karina Gama, os investigadores poderão verificar se existem mensagens, registros telefônicos, encontros, testemunhas ou outros elementos capazes de esclarecer as abordagens descritas no documento.

O surgimento da declaração acrescenta um novo elemento à investigação envolvendo pessoas e entidades relacionadas a Dark Horse, mas ainda será necessário distinguir o que pode ser comprovado do que permanece apenas como alegação dos envolvidos.

O Linha Direta News acompanha os desdobramentos do caso e atualizará as informações à medida que novos elementos forem confirmados.


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Fonte e créditos: matéria elaborada pelo Linha Direta News com informações da Polícia Federal e reportagens da CNN Brasil, Folha de S.Paulo e Veja.

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