Este artigo descreve um cenário hipotético e eventos não confirmados por fontes oficiais, ambientados em um futuro especulativo. Nele, a desembargadora Suely Lopes Magalhães, então presidente em exercício do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), teria anulado a votação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que elegeu o deputado Douglas Ruas (PL) como presidente da Casa em uma suposta quinta-feira.
Fundamentação da Anulação e a Necessidade de Retotalização
Na decisão hipotética, a magistrada teria considerado que o processo eleitoral na Alerj só poderia ser deflagrado após a retotalização dos votos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Esta medida é apresentada como uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), subsequente à cassação do mandato do então presidente da Alerj, deputado Rodrigo da Silva Bacellar. A retotalização consistiria em recontar os votos das Eleições 2022 para deputado estadual, desconsiderando os votos recebidos por Bacellar, com uma cerimônia hipotética marcada pelo TRE para a terça-feira seguinte.
A desembargadora Suely Magalhães teria enfatizado a necessidade dessa retotalização para assegurar a legitimidade da composição do colégio eleitoral da Alerj antes da escolha do novo presidente. Segundo a avaliação hipotética, a mesa diretora da Alerj teria acatado parcialmente a decisão do TSE, reconhecendo a vacância da presidência, mas não a perda do mandato parlamentar de Bacellar nem a impostergável retotalização dos votos. Este não cumprimento integral da decisão do TSE, neste cenário, não só interferiria na escolha do novo presidente da Alerj, mas também na definição de quem assumiria o governo do estado.
Cadeia de Eventos Hipotéticos na Linha Sucessória
Neste cenário futuro, desde maio de 2025, o estado do Rio de Janeiro não contava com vice-governador, após a suposta renúncia de Thiago Pampolha para assumir uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Com essa manobra, Rodrigo Bacellar, então presidente da Alerj, teria se tornado o primeiro na linha sucessória. Contudo, em dezembro de 2025, Bacellar foi hipoteticamente preso pela Operação Unha e Carne da Polícia Federal (PF), que investigava conexões entre políticos e uma organização criminosa, sendo posteriormente afastado da presidência por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF).
A Alerj, em consequência, teria passado a ser presidida de forma interina pelo deputado Guilherme Delaroli (PL), que, devido à interinidade, não ocuparia lugar na linha sucessória. Em uma suposta segunda-feira (23), o governador Cláudio Castro teria renunciado ao cargo, visando disputar uma vaga no Senado e buscando evitar uma eventual inelegibilidade, já que enfrentava um julgamento no TSE por abuso de poder político e econômico em sua campanha de reeleição de 2022. O julgamento, neste cenário, teria resultado na cassação e inelegibilidade de Castro e também de Rodrigo Bacellar, com a Justiça Eleitoral determinando eleições indiretas para o governo do estado. Desde a hipotética renúncia de Castro, o comando interino do Executivo do Rio de Janeiro estaria sendo exercido pelo presidente do Tribunal de Justiça (TJ), Ricardo Couto de Castro.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
Descubra mais sobre Linha Direta News
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
