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Pesquisa divulgada nesta segunda-feira mostra disputa apertada pela Presidência. Em eventual segundo turno, Flávio registra 42% e Lula 41%, resultado dentro da margem de erro.

A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta segunda-feira (21), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial de 2026. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 33%.

Na sequência estão Augusto Cury (Avante), com 6%; Ronaldo Caiado (PSD), com 4%; Renan Santos (Missão), com 3%; e Romeu Zema (Novo), com 1%.

Brancos e nulos somam 7%, enquanto 8% dos entrevistados se declararam indecisos.

Segundo turno tem empate técnico

O cenário mais apertado aparece na simulação de um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Nesse confronto, Flávio registra 42% e Lula 41%. Outros 14% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não compareceriam, enquanto 3% estão indecisos.

A diferença de apenas um ponto percentual está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos para mais ou para menos. Portanto, o levantamento indica empate técnico entre os dois candidatos, e não uma liderança estatisticamente estabelecida de Flávio Bolsonaro.

Disputa vem se mantendo apertada

A comparação com rodadas anteriores da Quaest ajuda a mostrar como a disputa entre os dois principais candidatos vem se comportando.

Em levantamento divulgado em 2 de setembro, Lula registrava 42% e Flávio Bolsonaro 41% numa simulação de segundo turno. Já na pesquisa divulgada em 7 de setembro, os dois apareciam com 41%.

Na rodada desta segunda-feira, Flávio aparece numericamente com 42%, contra 41% de Lula. Como todas essas diferenças estão dentro das respectivas margens de erro, a sequência de levantamentos retrata uma disputa competitiva, sem que esses números permitam determinar o resultado da eleição.

Avaliação do governo também foi medida

A Quaest também perguntou aos entrevistados sobre o desempenho do governo Lula.

Segundo o levantamento, 50% desaprovam a administração federal e 44% aprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam.

Quando os entrevistados foram convidados a avaliar o governo, 42% classificaram a gestão como negativa, 33% como positiva e 23% como regular. Outros 2% não souberam ou não responderam.

Na rodada anterior, a desaprovação também estava em 50%, enquanto a aprovação era de 43%. A variação observada entre as duas pesquisas está dentro da margem de erro.

O que a pesquisa mostra — e o que ela não mostra

Pesquisas eleitorais são uma fotografia das preferências declaradas pelos entrevistados no período em que o levantamento foi realizado. Elas não constituem previsão do resultado da eleição.

No primeiro turno, Lula aparece numericamente quatro pontos à frente de Flávio Bolsonaro. No cenário de segundo turno entre os dois, a diferença cai para apenas um ponto, dentro da margem de erro.

Além disso, ainda há eleitores indecisos e aqueles que declaram intenção de votar em branco, anular ou não votar, grupos que podem influenciar o cenário eleitoral ao longo das próximas semanas.

Como foi feita a pesquisa

A Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 17 e 20 de setembro.

A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06004/2026.

Eleição entra em fase decisiva

Com a aproximação do primeiro turno, novas pesquisas e acontecimentos da campanha poderão alterar as intenções declaradas pelos eleitores.

A rodada divulgada nesta segunda-feira registra um cenário em que Lula e Flávio Bolsonaro concentram as maiores parcelas das intenções de voto entre os candidatos testados, enquanto a simulação de segundo turno entre ambos permanece dentro da margem de erro.

O Linha Direta News continuará acompanhando as pesquisas e os principais acontecimentos da eleição presidencial de 2026.


Fontes e créditos: Pesquisa Quaest/Grupo Globo, registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06004/2026. Informações da rodada divulgada em 21 de setembro de 2026, complementadas por dados publicados pela CNN Brasil.

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TSE rejeita candidatura de Pablo Marçal à Presidência https://linhadiretanews.com.br/tse-rejeita-candidatura-pablo-marcal/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tse-rejeita-candidatura-pablo-marcal https://linhadiretanews.com.br/tse-rejeita-candidatura-pablo-marcal/#respond Fri, 11 Sep 2026 23:55:52 +0000 https://linhadiretanews.com.br/?p=8475 Corte negou por unanimidade o registro da chapa do PRTB nas eleições de 2026. Falta […]

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Corte negou por unanimidade o registro da chapa do PRTB nas eleições de 2026. Falta de comprovação da filiação partidária dentro do prazo legal e situação de inelegibilidade pesaram na decisão.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta sexta-feira (11), por unanimidade, o registro da candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República nas eleições de 2026.

A decisão também atinge o candidato a vice da chapa, Leonardo Avalanche. Com o indeferimento, a candidatura do PRTB não integra a relação das chapas autorizadas pelo TSE a disputar a Presidência neste ano.

Segundo o tribunal, Marçal não comprovou sua filiação ao PRTB dentro do prazo previsto pela legislação eleitoral. A Corte também considerou a ausência de comprovação de condição de elegibilidade relacionada à situação jurídica do empresário e influenciador.

Por que o TSE rejeitou a candidatura?

Um dos principais problemas analisados pelo tribunal foi a filiação partidária.

Para disputar as eleições, o candidato precisa estar filiado a um partido dentro do prazo estabelecido pela legislação. No caso de Marçal, o TSE apontou que ele ainda estava filiado ao União Brasil em abril, quando terminou o prazo para a definição partidária.

Posteriormente, Marçal obteve uma liminar da Justiça Eleitoral em São Paulo que permitiu sua filiação ao PRTB fora do prazo e possibilitou o protocolo do pedido de candidatura.

A relatora do processo no TSE, ministra Estela Aranha, considerou, porém, que essa decisão não tinha caráter definitivo para assegurar o registro da candidatura.

Inelegibilidade também entrou na análise

Além da questão partidária, Marçal enfrenta uma condenação que o mantém inelegível até 2032.

A punição está relacionada à campanha para a Prefeitura de São Paulo em 2024 e ao uso de concursos de cortes de vídeos, nos quais eram oferecidos prêmios para ampliar a divulgação de conteúdos eleitorais.

Segundo o TSE, essa situação também impediu a comprovação de uma das condições necessárias para que o registro fosse aprovado.

Marçal apresentou recursos contra decisões que o tornaram inelegível e conseguiu reverter parte das condenações no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). A existência de recursos pendentes, entretanto, não foi considerada suficiente para afastar os impedimentos analisados no julgamento do registro.

Marçal já estava impedido de fazer campanha

A decisão desta sexta-feira encerra uma disputa jurídica que já vinha produzindo efeitos sobre a campanha.

Em 20 de agosto, o próprio TSE havia determinado, também por unanimidade, que Marçal não poderia utilizar recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha nem do fundo partidário enquanto o mérito do pedido de registro não fosse analisado.

A decisão também o impediu de participar da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, de debates e de outros atos de propaganda eleitoral como candidato.

A medida era provisória e permaneceria válida até que o tribunal julgasse definitivamente o pedido de registro, o que ocorreu nesta sexta-feira.

O que muda na eleição presidencial?

Com a rejeição da chapa de Pablo Marçal e a aprovação, também nesta sexta-feira, da candidatura de Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante), o TSE concluiu a análise dos pedidos apresentados para a disputa presidencial.

Segundo o balanço divulgado pela própria Corte, 12 chapas estão habilitadas para disputar a Presidência da República em 2026.

O primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Caso nenhum candidato alcance a maioria necessária, o segundo turno será realizado em 25 de outubro.

O que acontece agora?

A decisão do TSE impede que a chapa formada por Pablo Marçal e Leonardo Avalanche participe da disputa presidencial com registro válido.

Questões jurídicas relacionadas às condenações anteriores de Marçal podem continuar sendo discutidas em processos próprios, mas isso não altera o fato de que, nesta sexta-feira, o TSE negou por unanimidade o pedido de registro apresentado para a eleição presidencial de 2026.

Com a definição, o quadro de candidaturas à Presidência fica mais claro a pouco mais de três semanas do primeiro turno.


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Fonte e créditos: Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com informações complementares de veículos consultados pelo Linha Direta News.

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