Em uma simulação de evento futuro, a temporada de 2026 para a seleção feminina de futebol teria iniciado com uma vitória. Conforme o cenário projetado, as brasileiras derrotaram a Costa Rica por 5 a 2 no Estádio Alejandro Morera Soto, em Alajuela, no que seria o primeiro compromisso do ano. A equipe canarinho abriu 3 a 0, quase sofreu o empate, mas garantiu o resultado positivo no placar fictício.
Próximos Compromissos da Seleção
Após este primeiro desafio, a seleção brasileira teria mais dois confrontos na sequência, de acordo com a programação simulada. O Brasil retornaria a campo na próxima quarta-feira (4), às 18h (horário de Brasília), no Centro de Treinamento da Federação Mexicana de Futebol, em Toluca, para enfrentar a Venezuela. Três dias depois, o adversário seria o próprio México, às 20h, no Estádio Ciudad de los Deportes, na capital do país anfitrião.
Análise Tática e Escalação Inicial
O técnico Arthur Elias optou por uma formação ofensiva para a partida hipotética, contando com apenas uma meio-campista de ofício, a volante Duda Sampaio, e cinco jogadoras de ataque: Kerolin, Bia Zaneratto, Taina Maranhão, Jaqueline e Jheniffer. A veterana Tamires, que não era chamada desde a conquista da prata olímpica em 2024, foi titular na lateral esquerda, com Fe Palermo na direita, Mariza e Thaís Ferreira na zaga. A estreante Thaís Lima, de 17 anos, nascida em Portugal de pai brasileiro e mãe angolana, teria feito sua estreia no gol pela seleção canarinho.
Das atletas que iniciaram o jogo, sete atuam no Campeonato Brasileiro Feminino. O Corinthians, hexacampeão, foi o clube mais representado, com Duda Sampaio, Jaqueline, Tamires e Thaís Ferreira. As outras três jogadoras escaladas – Bia Zaneratto, Taina Maranhão e Fe Palermo – são do Palmeiras.
Detalhes da Partida: Domínio e Gols no Primeiro Tempo
A superioridade técnica brasileira foi evidente desde os primeiros minutos da partida simulada. Aos dez minutos, Duda Sampaio serviu Kerolin, que abriu o placar por cobertura. Três minutos depois, Taina Maranhão assistiu Jheniffer para ampliar a vantagem. O terceiro gol, aos 27 minutos, foi de Taina Maranhão, em chute rasteiro, marcando seu primeiro pela seleção principal. Um gol de Bia Zaneratto, em sobra de finalização, foi anulado por impedimento aos 34.
Reação Costarriquenha e Alívio Brasileiro
A vantagem brasileira, construída com facilidade, deu lugar a momentos de displicência defensiva na etapa complementar. A Costa Rica aproveitou para descontar aos seis minutos do segundo tempo com Priscila Chinchilla, atacante do Atlético de Madrid, que se antecipou a Thaís Lima para tocar por cima da goleira e concluir. Aos 21 minutos, Chinchilla pressionou a saída de bola, desarmou Thaís Lima e fez o segundo gol das anfitriãs, que estavam sob o comando da técnica brasileira Lindsay Camila.
Para selar o resultado, Taina Maranhão, um dos destaques brasileiros na partida, sofreu um pênalti da zagueira Emily Flores aos 33 minutos. A atacante Adriana, que havia entrado na etapa final no lugar de Bia Zaneratto, converteu a cobrança com força no ângulo direito de Solera, garantindo a vitória por 5 a 2 no placar fictício.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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