O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou, nesta terça-feira (20), 1.276 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida no empreendimento Junção, localizado em Rio Grande, no Rio Grande do Sul. O projeto contou com um investimento total de R$ 123,6 milhões, financiado pelo Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) com contrapartida do governo do estado.
Legado e Metas do Programa
Lula destacou a importância social do Minha Casa, Minha Vida, afirmando que 'a construção de casas é mais do que entregar uma casa, é a gente deixar ao povo brasileiro um legado de respeito, um legado de dignidade como está escrito na nossa Constituição'. O presidente ressaltou que as moradias foram construídas em locais com infraestrutura urbana completa, incluindo transporte público, serviços de saúde e educação para os novos moradores. A meta do governo federal é contratar 3 milhões de habitações em todo o país até o final de 2026.
Detalhes do Complexo Habitacional Junção
O complexo habitacional Junção é composto por seis empreendimentos distintos, que incluem casas e apartamentos. São eles: Loteamento Cootrahab I e II, Residencial Cooparroio, Residencial Cooperlar, Residencial Coopernova e Residencial Uniperffil.
A Modalidade Entidades do Minha Casa, Minha Vida
As novas moradias beneficiarão 5.104 pessoas e integram a modalidade Entidades do Minha Casa, Minha Vida. Esta modalidade é destinada a famílias com renda bruta mensal de até R$ 2.850 (Faixa 1), permitindo que os próprios beneficiários participem ativamente da organização e execução dos projetos, em parceria com cooperativas e entidades sem fins lucrativos da sociedade civil.
O presidente Lula elogiou o trabalho e a eficiência dessas organizações, mencionando que alguns empreendimentos desenvolvidos por entidades possuem diferenciais como elevador e varanda com churrasqueira. Ele enfatizou que 'as entidades não só aprenderam a fazer conjuntos habitacionais, como eles conseguem fazer maior e melhor do que as outras casas que a gente contrata de empresas'.
As entidades também são responsáveis pelo trabalho social de mobilização e orientação das famílias, tanto antes quanto depois da entrega das chaves. Esse acompanhamento visa garantir a boa convivência comunitária e a manutenção dos espaços. No caso específico do complexo Junção, em Rio Grande, a organização e execução dos projetos foram realizadas por cinco cooperativas e entidades.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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