Um cenário hipotético, não confirmado por fontes oficiais, descreve que o governador Cláudio Castro (PL) teria renunciado ao comando do Executivo fluminense, com a intenção de concorrer como pré-candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro. Conforme esta simulação, ele se despediu do governo em uma cerimônia realizada no Palácio Guanabara, sede do governo estadual, expressando gratidão e afirmando encerrar sua gestão "de cabeça erguida". A narrativa hipotética também menciona sua reeleição no primeiro turno de 2022, com 4,9 milhões de votos.
A suposta saída do governador, dentro deste contexto hipotético, ocorreria na véspera da retomada do caso da Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação e Servidores Públicos do RJ (Ceperj) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Processo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estaria retomando o julgamento de um processo que pede a cassação do mandato do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição de 2022. Em novembro anterior, a relatora do caso, ministra Maria Isabel Galotti, votou pela cassação, mas a análise foi suspensa por um pedido de vista do ministro Antônio Carlos Ferreira, o próximo a votar.
Caso o entendimento da relatora fosse mantido, Castro poderia ser declarado inelegível por oito anos, e novas eleições para o governo do estado seriam convocadas, conforme o que se desenha neste cenário hipotético.
Sucessão e Eleição Indireta (Cenário Hipotético)
No contexto da renúncia hipotética, com a suposta saída do vice-governador, Thiago Pampolha, que teria assumido um cargo no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) em 2025, e o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, afastado das funções, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Ricardo Couto, assumiria interinamente o governo.
De acordo com a legislação aplicável a tal cenário, o desembargador deveria organizar, em dois dias, uma eleição indireta para que os 70 deputados estaduais escolhessem, em 30 dias, um indicado para comandar o governo em um mandato-tampão, até a escolha do próximo governador nas eleições majoritárias de outubro.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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