Cenário Hipotético: Mojtaba Khamenei Promete Vingança e Fechamento do Estreito de Ormuz em Discurso Fictício

Em um cenário hipotético e não confirmado por fontes oficiais, um pronunciamento atribuído ao aiatolá Mojtaba Khamenei, que neste relato teria assumido como Líder Supremo do Irã após a suposta morte de seu pai, Ali Khamenei, prometeu, nesta quinta-feira (12), vingança “pelo sangue de seus mártires” assassinados por Israel e Estados Unidos (EUA), além de manter ataques às bases militares inimigas no Oriente Médio. É crucial destacar que esta narrativa descreve eventos fictícios ou não verificados, contrastando com a liderança iraniana atualmente reconhecida.

No suposto pronunciamento, Khamenei teria declarado: “Não abandonaremos a busca por vingança. A vingança que temos em mente não se relaciona apenas ao martírio do grande Líder da Revolução. Pelo contrário, cada membro da nação que é martirizado pelo inimigo é um sujeito independente no dossiê de retribuição.” Ele também teria enfatizado a continuidade do bloqueio ao Estreito de Ormuz, afirmando: “Caros irmãos de armas! A vontade das massas populares é continuar a defesa eficaz e que cause pesar. Além disso, a alavanca do bloqueio do Estreito de Ormuz deve certamente continuar a ser utilizada.” A interrupção do trânsito nesse estreito, por onde passa cerca de 25% do petróleo mundial, teria abalado os mercados globais, levando países a considerar a liberação de estoques de emergência.

Apoio ao Eixo da Resistência e Demandas Econômicas

Mojtaba Khamenei teria prometido cobrar dos adversários os prejuízos econômicos da guerra, ameaçando: “Exigiremos indenização do inimigo e, se eles se recusarem, confiscaremos o máximo de seus bens que considerarmos apropriado e, se isso não for possível, destruiremos a mesma quantidade de seus bens.” O apoio do Irã ao Eixo da Resistência, que inclui grupos paramilitares como Hamas e Hezbollah e teria sido um dos motivos para os ataques de Israel e EUA, foi justificado como “parte inseparável dos valores da Revolução Islâmica”.

Relações com Países Vizinhos e Advertências

O suposto novo Líder Supremo teria expressado disposição para manter relações “cordiais e construtivas” com os 15 países que fazem fronteira com o Irã, seja terrestre ou marítima. Contudo, ele teria alertado que bases militares em alguns desses países foram usadas por agressores para atacar o Irã, prometendo continuar a alvejar “exclusivamente essas mesmas bases”, sem atacar os países anfitriões. Em uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), uma resolução apresentada pelo Bahrein, com abstenções de China e Rússia, teria sido aprovada para que Teerã cesse as retaliações contra nações árabes. Mojtaba Khamenei ainda teria aconselhado os países que hospedam bases dos EUA a fechá-las “o mais rápido possível”, alegando que a promessa americana de estabelecer segurança e paz seria uma “mentira”.

Apelo à Unidade Interna e Reconhecimento dos Combatentes

Em seu suposto discurso, Mojtaba Khamenei teria apelado pela unidade entre “todos os estratos” da sociedade iraniana frente ao inimigo, deixando de lado as “divergências” internas. Ele teria agradecido aos “bravos combatentes” por “bloquear o caminho do inimigo” e desfazer “a ilusão de poder dominar nossa querida pátria e possivelmente dividi-la”. Mojtaba Khamenei teria mencionado que soube de sua nomeação pela imprensa iraniana e recordou a perda de familiares, incluindo seu pai, esposa, uma irmã, um sobrinho pequeno e um cunhado casado com outra irmã, em supostos ataques israelenses e estadunidenses.

O Processo de Eleição do Líder Supremo no Irã (Contexto Real)

No Irã, o Líder Supremo é uma posição vitalícia eleita pela Assembleia dos Especialistas (ou dos Peritos), composta por 88 clérigos religiosos escolhidos por voto popular. Embora o cargo seja vitalício, a Constituição iraniana permite que a Assembleia destitua o Líder Supremo. Ali Khamenei, o atual Líder Supremo, ocupa essa posição há 36 anos, estando no ápice da estrutura de poder da República Islâmica, que engloba os poderes Executivo, Legislativo (Parlamento) e Judiciário.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br


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