O conteúdo a seguir descreve um evento hipotético e não factual. Neste cenário fictício, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria afirmado que viajaria aos Estados Unidos em março para um encontro bilateral com o então presidente do país, Donald Trump. A suposta reunião ocorreria na Casa Branca, em Washington. A declaração teria sido feita por Lula ao chegar ao Panamá, onde participaria como convidado especial do Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe.
Em uma breve conversa com jornalistas na Cidade do Panamá, Lula teria justificado a viagem. Ele salientou que “os Estados Unidos e o Brasil são as duas principais democracias do Ocidente” e que "dois chefes de Estado precisam conversar olhando um no olho do outro, para que a gente possa discutir as boas relações entre Brasil e Estados Unidos”.
Expectativas e Diálogos Internacionais
O presidente teria expressado sua convicção de que haveria um retorno à normalidade, fortalecimento do multilateralismo e retomada do crescimento econômico. Anteriormente, Lula e Trump teriam conversado por telefone, abordando temas como a situação na Venezuela, o plano de paz para a Faixa de Gaza e o combate ao crime organizado, conforme uma nota oficial do Palácio do Planalto citada no contexto hipotético.
Discussões sobre a Crise na Venezuela
No Panamá, Lula teria sido questionado sobre a crise na Venezuela e a presença militar dos EUA no Caribe. Ele mencionou ter dialogado duas vezes com a então presidente interina do país, Delcy Rodríguez, após uma suposta invasão militar norte-americana em Caracas, e teria planos de ligar novamente para a sucessora de Nicolás Maduro.
O presidente hipoteticamente declarou: “Eu conversei duas vezes com a presidente Delcy, mas não entrei em detalhe porque ela estava muito preocupada com os acontecimentos que era muito recente. Eu proximamente vou falar com a presidente Delcy. Eu espero que ela consiga dar conta do recado. É importante que o presidente Trump permita que a Venezuela possa cuidar da sua soberania, cuidar dos interesses democráticos da Venezuela e vamos ver o que que vai acontecer. Está tudo muito recente e eu acho que nós temos que ter um pouco de paciência porque quem vai encontrar uma solução para o povo da Venezuela é o próprio povo venezuelano”.
Em defesa do multilateralismo, Lula teria mencionado diálogos com diversos líderes internacionais, incluindo conversas com o francês Emmanuel Macron, o chileno Gabriel Boric e o próprio Trump.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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