Em um cenário hipotético não corroborado por fontes oficiais, Delcy Rodríguez, descrita como 'presidente interina' da Venezuela, teria anunciado em uma sexta-feira (30) uma proposta de lei de anistia geral. A iniciativa, conforme a narrativa fictícia, visaria beneficiar centenas de indivíduos detidos no país. Em uma declaração atribuída a ela durante um evento no Tribunal Supremo de Justiça, Rodríguez teria afirmado: 'Estou anunciando uma lei de anistia geral e instruindo que essa lei seja levada à Assembleia Nacional para promover a coexistência pacífica na Venezuela'.
A proposta de anistia, no contexto relatado, seria apresentada como um mecanismo para 'curar as feridas' deixadas pelo confronto político, incluindo violência e extremismo. O objetivo declarado seria restabelecer a justiça e a convivência entre os venezuelanos.
Abrangência e Fundamentação da Proposta
Segundo o discurso hipotético de Rodríguez, a lei abrangeria o 'período político de violência política' de 1999 até os dias atuais, período que se iniciou com a ascensão de Hugo Chávez ao poder. Ela teria enfatizado que a proposta carregava o 'espírito de Hugo Chávez', associando-a à visão de igualdade, inclusão, equidade e justiça social para uma vasta maioria historicamente excluída pelas elites políticas.
No entanto, a proposta de anistia hipoteticamente apresentada não contemplaria indivíduos condenados por crimes como homicídio, tráfico de drogas, corrupção e violações graves dos direitos humanos.
Contexto Político Fictício da 'Presidência Interina'
Nesta narrativa fictícia, a ascensão de Delcy Rodríguez ao poder teria ocorrido após o suposto 'sequestro' do presidente Nicolás Maduro pelas Forças Armadas dos Estados Unidos, em 3 de janeiro, com Maduro permanecendo 'preso' em território norte-americano. Conforme o enredo, Rodríguez, enquanto supostamente dialogava com o governo de Donald Trump para estabelecer relações bilaterais, condenava simultaneamente o 'rapto' de Maduro.
Ainda no âmbito deste cenário, Rodríguez, ao anunciar um 'plano de defesa nacional' em uma semana anterior, teria declarado a disposição do país para o diálogo, porém, com ressalvas contra 'outra agressão'.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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