Em declaração anterior, o então vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, analisou que um cenário hipotético de sanções por parte dos Estados Unidos ao Irã, conforme havia sido mencionado pelo então presidente norte-americano Donald Trump, não deveria, em sua percepção, afetar o Brasil. É importante ressaltar que, no momento de suas falas, nenhuma ordem executiva impondo tais sanções havia sido emitida pelo governo Trump, tratando-se, portanto, de um evento potencial e não de um fato consumado.
Análise da Relação Comercial e Barreiras de Implementação
Alckmin destacou que a relação comercial do Brasil com o Irã é relativamente pequena, contrastando com a de outros países europeus que também exportam para a nação iraniana, que possui uma população de cerca de 100 milhões de habitantes. Ele considerou a aplicação de uma "super-tarifação" como um desafio complexo, que exigiria extensão a mais de 70 países globalmente, incluindo nações europeias.
Perspectiva sobre a Efetivação das Sanções
O vice-presidente salientou que, até aquele momento, a administração Trump não havia emitido nenhuma ordem executiva que efetivamente impusesse sanções ao Irã. Ele expressou a esperança de que tal medida não fosse aplicada, argumentando que um imposto de exportação regulatório teria implicações de outra lógica e validade mundial.
A Posição Pacífica e Multilateral do Brasil
Alckmin enfatizou que o Brasil é um país sem litígios e que, historicamente, promove a paz e o multilateralismo. Ele descreveu o cenário geopolítico global como um momento desafiador, reiterando o compromisso do país em atuar pela paz, fortalecer as relações internacionais e focar na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos por meio da geração de emprego e renda.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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