Arquivo de jovens | Linha Direta News https://linhadiretanews.com.br/tag/jovens/ Portal de Noticias Wed, 23 Sep 2026 22:09:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://i0.wp.com/linhadiretanews.com.br/wp-content/uploads/2025/12/cropped-Design-sem-nome-37.png?fit=32%2C32&ssl=1 Arquivo de jovens | Linha Direta News https://linhadiretanews.com.br/tag/jovens/ 32 32 251077985 Além das redes sociais: profissões técnicas abrem caminhos para quem busca uma carreira https://linhadiretanews.com.br/rascunho-automaticocursos-profissionalizantes-carreira/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=rascunho-automaticocursos-profissionalizantes-carreira https://linhadiretanews.com.br/rascunho-automaticocursos-profissionalizantes-carreira/#respond Thu, 17 Sep 2026 12:18:16 +0000 https://linhadiretanews.com.br/?p=8537 Inteligência artificial e digitalização estão transformando o trabalho, mas o mercado continua precisando de profissionais […]

O post Além das redes sociais: profissões técnicas abrem caminhos para quem busca uma carreira apareceu primeiro em Linha Direta News.

]]>
Inteligência artificial e digitalização estão transformando o trabalho, mas o mercado continua precisando de profissionais capazes de projetar, instalar, construir, reparar e operar. Para os jovens, a qualificação profissional pode abrir caminhos que vão muito além de se tornar influenciador ou criador de conteúdo.

Para muitos jovens, internet virou sinônimo de oportunidade profissional.

YouTube, TikTok, Instagram, streaming, marketing digital e criação de conteúdo realmente criaram novas formas de trabalhar e gerar renda. São atividades legítimas e que movimentam uma economia cada vez maior.

Mas o mercado de trabalho é muito mais amplo.

Enquanto algumas profissões ganham enorme visibilidade nas redes sociais, empresas continuam procurando pessoas qualificadas para atividades técnicas, industriais e tecnológicas — algumas delas profundamente transformadas justamente pela digitalização.

Dados do Mapa do Trabalho Industrial 2025–2027, elaborado pelo Observatório Nacional da Indústria, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), estimam que o Brasil terá necessidade de formar ou atualizar profissionalmente cerca de 14 milhões de trabalhadores no período.

O número ajuda a mostrar uma realidade que nem sempre aparece na tela do celular: aprender uma profissão continua sendo uma alternativa concreta para construir uma carreira.

O mercado não precisa apenas de profissionais de tecnologia

Quando se fala sobre o futuro do trabalho, é comum imaginar programadores, especialistas em inteligência artificial e outras carreiras essencialmente digitais.

Essas áreas realmente estão crescendo. Mas elas representam apenas parte da transformação.

Segundo o levantamento da CNI, cinco áreas concentram 52% da demanda prevista por formação profissional entre 2025 e 2027: Logística e Transporte, Construção, Operação Industrial, Metalmecânica e Manutenção e Reparação.

A necessidade estimada de formação profissional nessas áreas é expressiva:

ÁreaDemanda por formação até 2027
Logística e Transporte3,35 milhões
Construção1,47 milhão
Operação Industrial1,32 milhão
Metalmecânica1,18 milhão
Manutenção e Reparação987 mil

Esses números incluem tanto pessoas que precisam ingressar qualificadas nessas ocupações quanto trabalhadores que precisarão atualizar conhecimentos.

Em São Paulo, Logística e Transporte, Metalmecânica, Operação Industrial, Construção e Tecnologia da Informação devem concentrar 61% da demanda futura por formação profissional no estado, segundo a CNI.

E onde entra a inteligência artificial?

A inteligência artificial não deve ser ignorada — mas também não precisa ser encarada apenas como uma ameaça.

O Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial, estima que 39% das habilidades atualmente utilizadas pelos trabalhadores serão transformadas ou poderão se tornar desatualizadas entre 2025 e 2030.

Ao mesmo tempo, inteligência artificial, big data, redes, cibersegurança e alfabetização tecnológica estão entre as competências que mais crescem em importância.

Isso aponta para uma mudança importante.

Em muitas profissões, a tecnologia não simplesmente elimina o profissional. Ela modifica como o trabalho é realizado.

Um projetista pode trabalhar com softwares 3D.

Um marceneiro pode utilizar projeto digital, máquinas automatizadas e plano de corte computadorizado.

Um eletricista pode precisar entender sistemas inteligentes e automação.

Um profissional de manutenção pode trabalhar com equipamentos cada vez mais eletrônicos e conectados.

O próprio relatório do Fórum Econômico Mundial destaca que, nas ocupações em crescimento que continuam exigindo habilidades manuais, as empresas procuram maior especialização combinada com conhecimento tecnológico e capacidade de resolver problemas. Entre os exemplos estão projetistas técnicos, técnicos de engenharia, mecânicos, reparadores de máquinas e profissionais ligados à instalação de energia solar.

Projetar móveis também se tornou uma profissão digital

O setor de móveis é um bom exemplo dessa transformação.

Antes de uma chapa de MDF ser cortada ou um móvel chegar à casa do cliente, pode existir um processo completamente digital: levantamento de medidas, desenvolvimento do projeto, modelagem 3D, apresentação ao cliente, detalhamento técnico, orçamento e planejamento da produção.

Isso abriu espaço para atividades que combinam conhecimento de marcenaria, design e tecnologia.

O Mapa do Trabalho Industrial 2025–2027 estima uma demanda de aproximadamente 180 mil formações profissionais na área de Madeira e Móveis entre 2025 e 2027, considerando formação inicial e atualização de trabalhadores.

E esse é justamente um exemplo de profissão que pode começar a ser aprendida utilizando o computador.

Um vídeo demonstrando como um projeto de móveis é desenvolvido em software pode ajudar o leitor a visualizar algo que números não mostram: profissões tradicionais também incorporaram ferramentas digitais.

O objetivo aqui é apresentar uma possibilidade profissional real e mostrar, na prática, como tecnologia e conhecimento técnico podem trabalhar juntos.

Curso profissionalizante ou faculdade?

Não precisa ser uma escolha entre um e outro.

Existem carreiras que exigem formação superior regulamentada. Outras permitem começar por cursos de qualificação ou formação técnica e posteriormente avançar nos estudos.

Para um jovem que ainda não sabe qual carreira seguir, um curso profissionalizante pode ter uma vantagem importante: permitir contato relativamente rápido com uma atividade antes de assumir um compromisso educacional mais longo.

É possível descobrir se existe afinidade com elétrica, mecânica, programação, desenho técnico, marcenaria, manutenção, logística ou dezenas de outras áreas.

A formação também não precisa terminar no primeiro certificado.

A tendência apontada pelos estudos sobre o futuro do trabalho é justamente a aprendizagem contínua.

A internet também pode ser uma escola

Existe ainda uma mudança de perspectiva importante.

A mesma internet utilizada para entretenimento e redes sociais pode servir para descobrir profissões.

É possível assistir a uma aula introdutória, conhecer o trabalho de um profissional, pesquisar instituições de ensino, comparar cursos e entender como determinada atividade funciona antes de investir tempo e dinheiro nela.

O cuidado é separar conteúdo educativo de promessas de enriquecimento rápido.

Desconfie de cursos que garantem emprego, renda elevada ou sucesso profissional em pouco tempo. Antes de pagar, procure saber quem oferece a formação, qual é o conteúdo programático, a carga horária, a reputação da instituição e se aquela profissão exige alguma certificação ou habilitação específica.

O futuro pode ser digital e técnico ao mesmo tempo

Criar conteúdo pode ser uma carreira. Programar também. Assim como projetar móveis, instalar sistemas elétricos, trabalhar com manutenção, construir, soldar, operar equipamentos ou atuar em logística.

A questão não deveria ser convencer jovens a abandonar o mundo digital.

Talvez seja justamente o contrário: mostrar que o mundo digital pode ser usado para descobrir, aprender e aperfeiçoar uma profissão.

A inteligência artificial provavelmente continuará transformando tarefas e ocupações. Isso torna a qualificação ainda mais importante, não menos.

Em um mercado no qual ferramentas mudam rapidamente, saber fazer alguma coisa bem — e continuar aprendendo a fazê-la melhor com novas tecnologias — pode continuar sendo uma das formas mais consistentes de construir uma carreira.

Fontes e créditos

Conteúdo elaborado pelo Linha Direta News com dados do Mapa do Trabalho Industrial 2025–2027, produzido pelo Observatório Nacional da Indústria/CNI, e do Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial.

Informação também abre caminhos

Compartilhe esta matéria principalmente com jovens que estão escolhendo uma profissão ou buscando novas possibilidades de carreira.

Acompanhe o Linha Direta News para mais conteúdos de serviço, informação e orientação.

O post Além das redes sociais: profissões técnicas abrem caminhos para quem busca uma carreira apareceu primeiro em Linha Direta News.

]]>
https://linhadiretanews.com.br/rascunho-automaticocursos-profissionalizantes-carreira/feed/ 0 8537
Tabagismo atinge 19% dos jovens e supera média nacional https://linhadiretanews.com.br/tabagismo-entre-jovens-brasileiros/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tabagismo-entre-jovens-brasileiros https://linhadiretanews.com.br/tabagismo-entre-jovens-brasileiros/#respond Thu, 27 Aug 2026 00:09:40 +0000 https://linhadiretanews.com.br/?p=8153 O tabagismo entre jovens brasileiros, apresenta seu maior índice entre brasileiros de 16 a 24 […]

O post Tabagismo atinge 19% dos jovens e supera média nacional apareceu primeiro em Linha Direta News.

]]>
O tabagismo entre jovens brasileiros, apresenta seu maior índice entre brasileiros de 16 a 24 anos, segundo pesquisa realizada pelo Instituto A.C. Camargo Cancer Center em parceria com a Nexus. O levantamento, que ouviu mais de 2 mil pessoas em todo o país, mostra que 19% dos entrevistados nessa faixa etária se declaram fumantes ativos, considerando cigarros convencionais e eletrônicos. O percentual está acima da média nacional, de 17%, e supera os índices registrados em todas as demais faixas etárias.

O resultado chama atenção principalmente porque a própria pesquisa aponta que o primeiro contato com o cigarro acontece, em média, aos 16 anos. Para Helano Freitas, líder do Centro de Referência de Tumores de Pulmão e Tórax do A.C.Camargo, esse cenário coloca adolescentes e jovens adultos em uma situação que exige atenção prioritária.

O que os números mostram sobre o comportamento dos jovens

A distribuição por idade revela uma diferença importante. Enquanto 19% dos entrevistados de 16 a 24 anos afirmam fumar, o índice cai para 15% entre pessoas de 25 a 40 anos, a menor taxa registrada pela pesquisa.

Entre os brasileiros com mais de 60 anos, 16% se declaram fumantes. Na faixa de 41 a 59 anos, o percentual chega a 17%. Assim, o grupo mais jovem aparece isoladamente no topo do levantamento.

O dado não significa, por si só, que o tabagismo esteja necessariamente crescendo entre os jovens ao longo do tempo, já que a pesquisa apresentada não estabelece uma série histórica. O que ela demonstra é que, dentro da amostra pesquisada, a proporção de fumantes ativos é maior justamente entre 16 e 24 anos.

Essa diferença é relevante porque o início precoce pode ampliar o período de exposição ao tabaco ao longo da vida. A pesquisa identifica os 16 anos como idade média do primeiro contato com o cigarro, o que ajuda a explicar por que a prevenção precisa começar antes que o hábito esteja consolidado.

Impacto prático: o problema não fica restrito a quem fuma

tabagismo entre jovens brasileiros

Os efeitos do tabagismo também alcançam pessoas que não consomem cigarros. De acordo com o levantamento, 33% da população brasileira compartilha frequentemente ambientes domésticos ou de trabalho com fumantes.

Isso significa que aproximadamente um em cada três entrevistados está regularmente exposto a ambientes onde há consumo de tabaco. A exposição passiva à fumaça está associada ao aumento das chances de desenvolvimento de câncer pulmonar, inclusive entre pessoas que nunca fumaram.

Para as famílias, o resultado reforça que o problema não deve ser tratado apenas como uma escolha individual. Quando o consumo acontece dentro de casa, por exemplo, outras pessoas também podem ser expostas.

Condição econômica e escolaridade também aparecem associadas ao tabagismo

Outro aspecto importante do levantamento é a relação entre o hábito de fumar e características socioeconômicas.

Entre os entrevistados com renda de até um salário mínimo, 19% são fumantes. Já entre aqueles que concluíram apenas o ensino fundamental, o índice chega a 21%.

Esses números não permitem concluir que renda ou escolaridade sejam, isoladamente, responsáveis pelo consumo de cigarros. Eles mostram, porém, que o tabagismo não está distribuído de maneira uniforme pela população.

Para políticas de prevenção, essa diferença pode ser relevante: campanhas genéricas podem ter alcance limitado se não considerarem os diferentes contextos sociais em que o consumo acontece.

O que acontece quando a pessoa deixa de fumar

A pesquisa também apresenta um dado que merece atenção: entre os participantes com mais de 60 anos, 32% são ex-fumantes, maior proporção entre as faixas etárias analisadas.

O percentual de ex-fumantes é de 15% entre pessoas de 41 a 59 anos, 10% na faixa de 25 a 40 anos e 8% entre os jovens de 16 a 24 anos.

O levantamento ainda encontrou associação entre abandonar o cigarro e a adoção de outros hábitos. Entre os ex-fumantes, 44% relataram apenas um hábito considerado prejudicial à saúde, enquanto os fumantes apresentaram maior concentração de múltiplos comportamentos de risco.

Isso sugere que deixar de fumar pode estar relacionado a mudanças mais amplas na rotina. Mas é importante não interpretar essa associação como prova de causa e efeito: os dados mostram uma relação observada na pesquisa, e não que abandonar o cigarro automaticamente provoque mudanças nos demais hábitos.

Tabagismo aparece acompanhado de outros comportamentos de risco

Entre os fumantes entrevistados, 84% relataram manter até quatro hábitos prejudiciais à saúde. Entre os comportamentos citados estão o sedentarismo e o consumo exagerado de frituras e produtos ultraprocessados.

Na outra ponta, 18% das pessoas que nunca fumaram afirmaram não possuir nenhum hábito prejudicial, o dobro dos 9% registrados entre fumantes.

O dado ajuda a ampliar a discussão: combater o tabagismo pode fazer parte de uma estratégia mais abrangente de promoção da saúde, em vez de ser tratado isoladamente.

Diferenças regionais também chamam atenção

O Sul apresentou a maior proporção de fumantes entre as regiões analisadas, com 22%. O Sudeste aparece em seguida, com 19%. Nordeste e Norte/Centro-Oeste registraram 13% cada.

A diferença regional mostra que a realidade do tabagismo não é uniforme no país. O resultado também reforça a importância de interpretar pesquisas nacionais considerando as características específicas de cada região.

Um dado que merece cuidado: a percepção dos próprios fumantes

Outro resultado chama atenção: 63% dos fumantes classificaram sua própria saúde como “ótima” ou “boa”. Entre aqueles que nunca fumaram, o percentual foi de 61%.

A diferença, entretanto, está dentro da margem de erro da pesquisa. Portanto, não é possível afirmar que os fumantes tenham uma percepção de saúde melhor do que os não fumantes.

O dado é importante porque mostra uma possível distância entre a percepção individual e os riscos associados ao hábito. Sentir-se saudável não significa necessariamente estar livre dos efeitos decorrentes da exposição ao tabaco.

Pontos-chave da pesquisa

IndicadorResultado
Fumantes entre 16 e 24 anos19%
Média nacional de fumantes17%
Fumantes entre 25 e 40 anos15%
Fumantes entre 41 e 59 anos17%
Fumantes com mais de 60 anos16%
Primeiro contato com o cigarro16 anos, em média
Pessoas expostas frequentemente a fumantes em casa ou no trabalho33%
Ex-fumantes com mais de 60 anos32%
Fumantes com renda de até um salário mínimo19%
Fumantes com ensino fundamental21%
Fumantes com até quatro hábitos prejudiciais84%
Fumantes que consideram a própria saúde ótima ou boa63%

Dados referentes à pesquisa do Instituto A.C. Camargo Cancer Center em parceria com a Nexus, divulgada em 26 de agosto de 2026.

Perguntas frequentes

1. Qual faixa etária apresentou o maior índice de tabagismo?

O maior percentual foi registrado entre brasileiros de 16 a 24 anos: 19% dos entrevistados nessa faixa declararam ser fumantes ativos de cigarros convencionais ou eletrônicos.

2. Com que idade ocorre o primeiro contato com o cigarro?

Segundo a pesquisa, o primeiro contato acontece, em média, aos 16 anos.

3. Quem não fuma também pode ser afetado?

Sim. A pesquisa aponta que 33% da população brasileira compartilha frequentemente ambientes domésticos ou de trabalho com fumantes. A exposição passiva à fumaça pode aumentar as chances de desenvolvimento de câncer pulmonar, inclusive em pessoas que nunca fumaram.

O que essa pesquisa revela além do percentual de fumantes

O dado mais importante do levantamento talvez não seja apenas o fato de os jovens apresentarem o maior percentual de fumantes. O resultado coloca em evidência a idade em que o hábito começa e o risco de sua manutenção ao longo da vida.

Ao mesmo tempo, os números mostram que o tabagismo está relacionado, na população pesquisada, a diferenças socioeconômicas, exposição de terceiros e concentração de outros comportamentos prejudiciais à saúde.

Há, portanto, mais de uma frente de atenção: impedir que adolescentes e jovens iniciem o consumo, ampliar o apoio a quem deseja abandonar o cigarro e reduzir a exposição de pessoas que convivem com fumantes.

A pesquisa não permite afirmar que o tabagismo esteja aumentando entre os jovens, porque não apresenta, na matéria divulgada, uma comparação histórica capaz de demonstrar essa tendência. O que os dados permitem afirmar é que os brasileiros de 16 a 24 anos tiveram a maior proporção de fumantes entre todas as faixas etárias analisadas, um resultado que merece atenção de famílias, escolas, profissionais de saúde e formuladores de políticas públicas.

Fonte principal: Agência Brasil

Gostou desta matéria? Compartilhe com seus amigos e familiares e ajude o Linha Direta News a levar informação de qualidade a mais pessoas.

Assine nossa newsletter para receber as principais notícias e conteúdos diretamente no seu e-mail. Para acompanhar outras matérias e atualizações, acesse o Linha Direta News.

O post Tabagismo atinge 19% dos jovens e supera média nacional apareceu primeiro em Linha Direta News.

]]>
https://linhadiretanews.com.br/tabagismo-entre-jovens-brasileiros/feed/ 0 8153